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A indústria papeleira austríaca obteve bons resultados em 2015

2016.05.11

A indústria de papel e celulose da Áustria cresceu 2% e aumentou sua produção anual para 5 milhões de toneladas. Ao mesmo tempo, as empresas deste setor vêm diversificando sua produção e se desenvolvendo para o que chamamos de “biorefinarias”.

2015 foi um ano muito positivo para a indústria papeleira austríaca. Em todo o país, são 24 empresas atuando neste setor. Juntas, elas empregam cerca de 8.000 colaboradores e produziram 5 milhões de toneladas de papel e papelão no último ano – um crescimento de 2% em relação a 2014. Apesar da demanda interna ter sofrido uma retração, o aumento das exportações mais que compensou essa perda. Os principais importadores são de países vizinhos, mas também da América do Sul e do Oriente Médio. Com este desempenho, o percentual de exportação da indústria papeleira austríaca alcançou, em 2015, 87% do seu faturamento, que foi de 3,8 bilhões de Euros.

Em uma análise mais detalhada, vê-se que todos os segmentos desta indústria conseguiram alcançar um desempenho positivo. A produção de papéis gráficos cresceu 0,2% e a de papéis especiais 1,5%. Mas a melhor evolução pode ser observada no setor de embalagens, que cresceu 4,9%.

Toda esta performance também é resultado não apenas de investimentos, como da melhor utilização da madeira e da otimização do processo produtivo da celulose para a fabricação de subprodutos. Muitas das empresas do setor papeleiro não produzem mais somente papel e celulose, mas vêm se transformando em algo que podemos chamar de “biorefinarias”, pois passaram a fabricar também diversas fibras e produtos químicos inovadores, como fiados têxteis, componentes plásticos de fibras reforçadas e aditivos para a indústria alimentícia.

Além disso, a setor papeleiro vem desempenhando um papel importante na constante busca por eficiência energética e proteção climática na indústria. Dos 14.400 GWh de energia que este ramo consome, 90% são gerados por usinas próprias, altamente eficientes. Com relação às emissões de CO2, estas foram reduzidas em 40% para cada tonelada de papel produzido – uma evolução que se iniciou em 1990.

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